Engajamento contínuo no ensino superior começa pela forma como avaliamos.
Em grande parte do ensino superior, a avaliação tradicional cria um ciclo previsível: aulas passivas, seguidas por curtos períodos de estudo intensivo antes das provas. Esse modelo incentiva o esforço pontual, não o compromisso contínuo, e resulta em baixo engajamento, retenção limitada e pouca aplicação prática do conhecimento.
Em um contexto de abundância de informação e uso crescente de IA, o problema já não é o acesso ao conteúdo, mas a motivação para aprender de forma consistente e significativa.